É curioso como o futebol brasileiro tem vários momentos numa mesma temporada. No início do ano apontávamos algumas equipes como possíveis postulantes ao título brasileiro. Passados alguns torneios (que pra algumas pessoas nem possuem tanta importância assim) o panorama já é outro.
Equipes consideradas com um trabalho sólido que garantiriam um 2009 positivo, já se vêem numa situação desconfortável. Técnicos que estavam tranqüilos nos seus cargos, já não estão mais. Equipes que eram vistas com certa desconfiança, hoje são exemplos de trabalho bem feito. E pra sermos mais direto, algumas zebras posam entre os líderes do BR’09, como é o caso do Barueri na quinta posição.
Eu por exemplo, duvidaria que o São Paulo, fosse passar (justo agora) por uma fase como a que vem passando, por acreditar no trabalho sério e firme da diretoria que normalmente não peca com a falta de planejamento. Fui pego de surpresa com a demissão de Muricy Ramalho após a eliminação para o Cruzeiro na Taça Libertadores da América. Hoje, o atual hexa campeão brasileiro ocupa a 14ª posição e não inspira o mínimo crédito de que vá promover uma arrancada como aconteceu no ano passado.
E o Cruzeiro que pode se sagrar tri campeão da Libertadores nessa semana, desponta, no momento, como uma das melhores equipes do país (pelo menos na minha visão). A 16ª colocação no Brasileirão é algo meramente ilustrativo, já que as atenções se voltam para o torneio continental. No início da temporada, com uma equipe já bem entrosada e demonstrando um bom futebol, além de contar com um excelente treinador, podiam-se esperar resultados satisfatórios da Raposa. O Campeonato Mineiro foi conquistado com uma goleada (mais uma vez) frente ao rival e como dito, o troféu mais cobiçado da América pode ir para a Toca.
E por falar em Campeonato Mineiro, uma equipe que muita gente não dava nada é o Atlético-MG. Começou o regional de forma arrasadora liderando grande parte da competição. Chegou à final com a presença de “agora vai...” E não foi... Pelo segundo ano consecutivo foi goleado pelo Cruzeiro. A desconfiança em cima do time e de Emerson Leão ficou forte e a pressão insustentável. Com a chegada de Celso Roth, a imagem do Galo não mudou muito. “Uma equipe que vence os pequenos, mas perde dos grandes”. Assim vinha sendo taxada a equipe atleticana. Mas por ser cedo ou por competência própria, esse time completamente irregular nas mesas de apostas lidera o Brasileirão.
E essa liderança do Campeonato Brasileiro, podia estar nas mãos do Internacional (segundo colocado). A equipe colorada vinha enchendo os olhos de muitos cronistas e se firmava cada vez mais como a mais forte do país nessa temporada. O setor ofensivo com Taison, D’Alessandro e Nilmar era o mais temido pelos adversários. Tudo levava crer que Tite tinha acertado a mão no esquema de jogo. Veio o caneco o gaúcho e a certeza de que esse era um clube que iria impor uma superioridade no nacional. A vice-liderança mostra que isso não está tão distante do que se esperava, mas nem tudo são flores como era a um tempinho atrás. O técnico está sendo questionado. O time não impõe mais o temor que impunha. E a Copa do Brasil ficou nas mãos do Timão.
O Corinthians por sua vez, com Ronaldo e Cia, não começou a temporada sendo cotada entre as melhores do país, entretanto, os gols do Fenômeno e as conquistas do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil já mudaram essa visão sobre o time do Parque São Jorge. O belo trabalho de Mano Menezes está sendo cada vez mais exaltado. (para o comentarista da TVGlobo, Júnior, o técnico corintiano é o melhor do Brasil. Leia na sua entrevista publicada no post abaixo) E podemos dizer que hoje, tem o setor ofensivo mais temido pelos adversários com Dentinho e Jorge Henrique como pontas e o eterno camisa 9 empurrando para o fundo das redes.
Diante disso, podemos até imaginar que com a era de pontos corridos o futebol brasileiro segmente o número de equipes a disputarem o título brasileiro. Mas isso não quer dizer que poucas equipes se manterão sempre dentro de uma regularidade enquanto outras ficarão por baixo. O anteriormente soberano São Paulo vai mal. O líder de hoje não chega a ser o favorito ao título. E assim caminha a disputa nacional: completamente indefinida e aberta para as surpresas.
[Fotos: Terra]
Equipes consideradas com um trabalho sólido que garantiriam um 2009 positivo, já se vêem numa situação desconfortável. Técnicos que estavam tranqüilos nos seus cargos, já não estão mais. Equipes que eram vistas com certa desconfiança, hoje são exemplos de trabalho bem feito. E pra sermos mais direto, algumas zebras posam entre os líderes do BR’09, como é o caso do Barueri na quinta posição.
Eu por exemplo, duvidaria que o São Paulo, fosse passar (justo agora) por uma fase como a que vem passando, por acreditar no trabalho sério e firme da diretoria que normalmente não peca com a falta de planejamento. Fui pego de surpresa com a demissão de Muricy Ramalho após a eliminação para o Cruzeiro na Taça Libertadores da América. Hoje, o atual hexa campeão brasileiro ocupa a 14ª posição e não inspira o mínimo crédito de que vá promover uma arrancada como aconteceu no ano passado.
E o Cruzeiro que pode se sagrar tri campeão da Libertadores nessa semana, desponta, no momento, como uma das melhores equipes do país (pelo menos na minha visão). A 16ª colocação no Brasileirão é algo meramente ilustrativo, já que as atenções se voltam para o torneio continental. No início da temporada, com uma equipe já bem entrosada e demonstrando um bom futebol, além de contar com um excelente treinador, podiam-se esperar resultados satisfatórios da Raposa. O Campeonato Mineiro foi conquistado com uma goleada (mais uma vez) frente ao rival e como dito, o troféu mais cobiçado da América pode ir para a Toca.
E por falar em Campeonato Mineiro, uma equipe que muita gente não dava nada é o Atlético-MG. Começou o regional de forma arrasadora liderando grande parte da competição. Chegou à final com a presença de “agora vai...” E não foi... Pelo segundo ano consecutivo foi goleado pelo Cruzeiro. A desconfiança em cima do time e de Emerson Leão ficou forte e a pressão insustentável. Com a chegada de Celso Roth, a imagem do Galo não mudou muito. “Uma equipe que vence os pequenos, mas perde dos grandes”. Assim vinha sendo taxada a equipe atleticana. Mas por ser cedo ou por competência própria, esse time completamente irregular nas mesas de apostas lidera o Brasileirão.
E essa liderança do Campeonato Brasileiro, podia estar nas mãos do Internacional (segundo colocado). A equipe colorada vinha enchendo os olhos de muitos cronistas e se firmava cada vez mais como a mais forte do país nessa temporada. O setor ofensivo com Taison, D’Alessandro e Nilmar era o mais temido pelos adversários. Tudo levava crer que Tite tinha acertado a mão no esquema de jogo. Veio o caneco o gaúcho e a certeza de que esse era um clube que iria impor uma superioridade no nacional. A vice-liderança mostra que isso não está tão distante do que se esperava, mas nem tudo são flores como era a um tempinho atrás. O técnico está sendo questionado. O time não impõe mais o temor que impunha. E a Copa do Brasil ficou nas mãos do Timão.
O Corinthians por sua vez, com Ronaldo e Cia, não começou a temporada sendo cotada entre as melhores do país, entretanto, os gols do Fenômeno e as conquistas do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil já mudaram essa visão sobre o time do Parque São Jorge. O belo trabalho de Mano Menezes está sendo cada vez mais exaltado. (para o comentarista da TVGlobo, Júnior, o técnico corintiano é o melhor do Brasil. Leia na sua entrevista publicada no post abaixo) E podemos dizer que hoje, tem o setor ofensivo mais temido pelos adversários com Dentinho e Jorge Henrique como pontas e o eterno camisa 9 empurrando para o fundo das redes.
Diante disso, podemos até imaginar que com a era de pontos corridos o futebol brasileiro segmente o número de equipes a disputarem o título brasileiro. Mas isso não quer dizer que poucas equipes se manterão sempre dentro de uma regularidade enquanto outras ficarão por baixo. O anteriormente soberano São Paulo vai mal. O líder de hoje não chega a ser o favorito ao título. E assim caminha a disputa nacional: completamente indefinida e aberta para as surpresas.
[Fotos: Terra]







Escrito por Efraim Fernandes

Vamos à pergunta central. Revenge of the Fallen é melhor que o primeiro filme? 
Um outro ponto que corrobora com as más críticas são as pequenas forçações de barra. Ao chegar à faculdade, Sam tem como colega de quarto Leo (Ramon Rodriguez), que escreve para o blog sobre conspirações do governo. O tema recorrente do verdade.com eram alienígenas e a luta que travaram no fim primeiro filme e as recentes atividades em Xangai - uma grande cena de ação no começo.












